Pessoas Competitivas – O Corpo explica esse tipo de pessoa

É obvio que ser competitivo não é ruim. Aliás, muito pelo contrário. Ser competitivo pode, inclusive, ser uma excelente maneira de conquistar metas e objetivos. Entenda!

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Cada um dos traços de caracteres possui habilidades e potencialidades incríveis.

Conhece aquele tipo de pessoa extremamente competitiva e que não arreda o pé, de jeito nenhum, toda vez que surge uma possibilidade de desafio? 

É a verdade é que isso vale pra tudo. Pode ir desde uma disputa por uma promoção, dentro do ambiente de trabalho, até quando o assunto é atingir melhores notas na escola, ou, chegar ao consenso de quem come mais.

Sim, muito competitivas possuem uma capacidade sem igual de transformar situações muito simples, do nosso cotidiano, em disputas eletrizantes para que ele possa provar todas as suas capacidades.

Afinal, brilhar, chamar a atenção, estar nos holofotes, tudo isso são coisas que, normalmente, fazem parte das coisas que as pessoas competitivas gostam.

Aliás, falta um ponto, e talvez o mais importante. Comumente, pessoas muito competitivas, sonham com o primeiro lugar. Elas são muito mais ligadas ao prestígio que a primeira posição é capaz de gerar do que os recursos que ela adquiriu com isso.

Louco não é mesmo? Mas é exatamente desse modo que pessoas assim enxergam o mundo. E quer saber? Não existe absolutamente nada de errado em ser assim.

Agora, se você já acompanha o conteúdo aqui d’ O Corpo explica a mais tempo, você já deve ter uma ideia de que tipo de pessoa nós estamos falando.

E sobre elas que vamos falar aqui nesse artigo. Afinal de contas, O Corpo Explica pessoas que são muito competitivas? Acompanhe-me nesta leitura e saiba o que está por trás de tanta competitividade.

Ser competitivo é bom ou é ruim?

É obvio que ser competitivo não é ruim. Aliás, muito pelo contrário. Ser competitivo pode, inclusive, ser uma excelente maneira de conquistar metas e objetivos.

Mas é claro, desde que existam metas e objetivos claros e alcançáveis. E, quando dizemos alcançáveis, não estamos tentando induzir ninguém a traçar metas pequenas e muito aquém do que qualquer pessoa possa desejar.

Enfim, o intuito não é castrar ninguém, pelo contrário. O problema é que existem coisas que simplesmente não são possíveis, ou, que pelo menos não são possíveis em um certo momento.

Mas imaginar uma situação clara para isso ficar mais evidente. Imagine que você, com toda essa competição correndo por suas veias, tenha o desejado de se tornar o chefe do seu chefe. E isso, com apenas 3 meses de empresa.

Tá, talvez não tenhamos atingido o ponto. Vamos pensar, então, que o seu objetivo seja ser aceito e admirado por todas as pessoas das quais você interage. Amigos, amigas, vizinhos, parentes, enfim, todo mundo.

Nessa situação já é bem mais fácil de compreender que, por mais competitivo que você possa ser e, por mais que isso se reflita em boas ações e excelência da sua parte, é basicamente impossível alcançar tudo o que você quiser.

E existe um outro problema ainda que é quando você começa a querer assumir o papel de uma outra pessoa. E se você não entendeu o que eu quis dizer com isso, não se preocupe que logo, logo você vai entender.

Agora perceba que, lutar por coisas que são inalcançáveis, seja de modo geral ou que são inalcançáveis para aquele determinado momento de sua vida, são práticas extremamente exaustivas. Tanto do ponto de vista físico quanto do ponto de vista emocional.

E, quando as coisas caminham para esse sentido, toda essa avidez competitiva pode se tornar um grande problema.

O que está por trás desse perfil competitivo

Já sabemos que pessoas assim existem, e, se você não conhece ninguém assim, é bem provável que você seja esse tipo de pessoa. Que adora participar de competições, disputas, sejam elas esportivas, profissionais e, até mesmo, amorosas.

Mas, será mesmo que o O Corpo explica esse tipo de pessoa?

A verdade é que existe um traço de caráter que possui essa característica como destaque. Trata-se do traço de caráter rígido, o último formado no processo de mielinização do sistema nervoso.

Essa pessoa apresenta uma silhueta harmônica, musculatura firme e desenhada e um sorriso encantador. 

E ela aprendeu a arte da competição ainda criança, quando tinha por volta dos seus 4 a 5 anos de idade.

Naquela época, ela teve um grande incentivo para desenvolver essa habilidade. Afinal, ela não queria mais sentir a dor de ser trocada. Mas como assim ser trocada?

O que você precisa entender é que, cada um, dos cinco traços de caracteres são formados a partir das percepções que uma criança estabelece em relação ao meio onde elas vivem.

Nesse meio, elas vão enfrentar grandes dores e que servirão de gatilho para a formação dos traços. Algumas dores elas vão sentir com mais intensidade, outras com uma intensidade maior e isso será um fator importantíssimo para um traço ter mais intensidade do que o outro, no fim das contas.

E isso quer dizer que as pessoas com traço de caráter rígido realmente foram trocadas, excluídas ou traídas? É claro que não.

Lembre-se, ela era uma criança que não tinha nem 6 anos de idade. O problema é que ela participou de uma competição que ela não tinha chance alguma. Quer saber que competição foi essa? Continue com a leitura.

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Afinal, brilhar, chamar a atenção, estar nos holofotes, são coisas que fazem parte que as pessoas competitivas gostam.

Uma competição em que os rígidos não conseguiram vencer

Você pode estar se perguntando.

“Que competição é essa que uma criança com essa idade participou?”

E para explicar isso é muito simples, afinal, você já ouviu falar de complexo de édipo? Ou complexo edípico? 

Enfim, são denominações para o mesmo conceito que se refere a um conjunto de sentimentos amorosos e hostis que a criança estabelece junto a suas figuras parentais.

Pra ser mais claro. A criança começa a perceber que o mundo é formado por pares. Seus avós são a união do seu avô com a sua avó. A sua tia vive junto com o seu tio. E, é claro, o seu pai forma par com a sua mãe.

Então, nada mais natural de que ela também tenha o seu par. O problema é que ela começa a vislumbrar esse par com o seu oposto mais próximo. Se é menina, ela começa a querer formar par com o seu pai, se é menino, ele quer formar par com a sua mãe.

E qual é o problema disso tudo? No fim do dia, o pai dorme com a mãe e a criança pode ter a percepção que, de alguma forma, está sendo trocada, excluída e, até mesmo, traída nessa relação.

Pois é.  No fim das contas, ela acaba perdendo essa disputa e, por não conseguir vencer, tanto o seu corpo quanto a sua mente se programam para aprender a lidar com esse problema. Afinal, ela não quer mais sentir essa dor terrível novamente.

Por conta disso, ela aprende que, para sobreviver, ela precisa ser a melhor competidora. A melhor opção disponível.

O segundo lugar não é uma opção. Portanto, estamos falando de uma pessoa que é competidora por natureza. Ela aprendeu a ser assim e precisa ser assim, caso ela queira desfrutar de quem ela realmente é.

Quando a competição ultrapassa os limites

No decorrer desse texto, já fizemos esse alerta, mas, ainda assim, precisamos reiterar de modo que seja ainda mais claro. Ainda mais agora que você conhece qual é o traço de caráter mais competitivo.

É preciso ficar atento quanto às metas e objetivos inalcançáveis. E isso vai acontecer com ainda mais frequência se o rígido não souber que ele é bastante rígido.

Afinal, saber quem você é, é uma importante ferramenta para entender a razão dos seus problemas. E, quando você descobre que tem muito do traço de caráter rígido, você consegue perceber o quão mal você lida com aquilo que você considera uma ‘derrota’.

Quando você entra em uma disputa que não é capaz de vencer, você acaba se colocando em uma situação onde essa derrota é eminente. O que vai te fazer vivenciar a dor existencial do seu traço. 

É claro que nem sempre uma pessoa vai vencer. E isso faz parte de viver. Aliás, saber quem você é e como você funciona vai te ajudar, inclusive, a lidar com isso. Levando a competição como algo não só estimulante, mas natural da vida. Onde a derrota também faz parte desse processo.

Mas, mesmo assim, é preciso entender as motivações por trás dessas disputas, dessas competições. Isso porque o rígido é preciso tomar um cuidado com a proximidade que o traço de caráter rígido tem com a perfeição.

E, como sabemos, essa perfeição pode realmente ser inalcançável. Quando o rígido não consegue estabelecer esse discernimento, ele simplesmente não desiste e acaba empregando toda a sua força e energia em coisas que ele não vai conseguir conquistar.

Isso pode levar o rígido a viver constantemente na dor existencial do seu traço de caráter.  

O que fazer então: competir ou não competir?

De modo algum você deve pensar que é ruim ter bastante do traço de caráter rígido. Cada um dos traços de caracteres possui habilidades e potencialidades incríveis. E, com o traço de caráter rígido, isso não é diferente.

Afinal, essa capacidade de competir vai fazer com que os rígidos sejam os melhores no que fazem. E vão fazer o que fazem com um sorriso nos olhos.

E como sempre dizemos por aqui:

“Não existe nada de errado em ser quem você nasceu para ser”.

A única coisa errada é deixar de lado todas as potencialidades que você tem por deixar de ser você mesmo.

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